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    A Associação dos Militares Estaduais do Amapá (ASMEAP) atendendo a uma demanda de seus sócios, militares estaduais (Bombeiros e Policiais Militares), que em assembleia decidiram pela execução da “Operação Legalidade”, bem diferente da “Operação Tartaruga” que objetiva reduzir a velocidade dos serviços prestados a população de forma geral, aquela propõe tão somente o estrito cumprimento da legislação em vigor no país, ou seja, fazer apenas o que determina a Lei, nada mais além.

   Na manhã do dia 25, foi realizada uma ação no acesso a balsa do Matapi com o intuito de esclarecer a sociedade e aos militares que por lá passavam, as razões que estão levando a ASMEAP a executar tal operação. Diversos militares BMs e PMs compareceram ao local, onde ocorreu panfletagem e adesivagem de veículos.

   Segundo o Ten Errinelson Pimentel, Diretor Jurídico da ASMEAP, “é preciso esclarecer os motivos da operação e buscar o apoiamento da sociedade amapaense para essa causa, pois os servidores militares estão sendo massacrados pelo atual Governo, levando sofrimentos a esses profissionais e aos familiares deles.”

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Fonte: ViaTucuju

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Diferente da operação tartaruga que visa reduzir a velocidade dos serviços prestados ao público, a OPERAÇÃO LEGALIDADE objetiva tão somente o estrito cumprimento da legislação em vigor, sem, no entanto, fazer nada a mais do que o legal.

O QUE NÃO FAREMOS?

  • Não trabalharemos em viaturas sem documentos intermitentes, com pneus carecas, sem condições de tráfego, etc.
  • Não faremos coletas ou rifas para reformar quarteis, viaturas, adquirir materiais de expediente.
  • Não iremos ao atendimento de ocorrências com equipamentos de proteção individual vencidos ou inadequados em desacordo com a norma legal.
  • Não conduziremos viaturas sem categoria ou sem curso especifico obrigatório conforme determina o código brasileiro de transito.
  • Não excederemos a velocidade da via pública em deslocamento para ocorrência.
  • Não realizaremos buscas ou salvamentos em aguas improprias sem o equipamento especifico.
  • Não excederemos a jornada de trabalho mensal prevista em lei.
  • Não utilizaremos nossos celulares pessoais para trabalhos administrativos ou operacionais.
  • Iremos fiscalizar os carros oficiais com o mesmo rigor usado com a população em geral.

IREMOS CUMPRIR ESTRITRAMENTE O QUE DETERMINA A LEI

“Sou militar, exijo respeito”